terça-feira, 6 de maio de 2008

Dini e Eu parte I

Comentando sobre o livro Marley e Eu, do John Grogan com uma amiga minha, me dei conta do quanto minha cadela é igual a ele, e assim como o John em seu livro conta as peripécias de seu cachorro, resolvi contar as da minha cadela, e como ela chegou aqui.
Como vocês podem ver ela não tem um tipo físico muito atraente, com seus 25cm de altura e 5 quilos, pula enormes distâncias, que ganharia, se quisesse, as provas de salto sem vara e corrida com obstáculos. Com suas enormes orelhas, ela escuta tudo muito amplificado e isto lhe confere um problema muito grave, que será revelado mais tarde.
Como muitos sabem perdi a cadela que eu tive a vida toda, a Dorinha, ela era um amor de cachorra, ficava quietinha, dormia em sua casinha, comia de tudo, nunca fez coco nem xixi dentro de casa, um amorzinho. A casinha dela, ficava da janela e eu ia sempre espiar ela entre as cortinas, minha casa so tem um andar, então ela estava muito próxima.
Com a sua morte, minha mania de ir à janela se tornou um péssimo hábito, ia ate lá e não via ela, durante dias chorei, foi uma coisa muito forte porque 14 anos ao lado de um cachorro e de repente ele morrer é uma dor muito grande, principalmente para amantes de cachorros como eu. Então resolvemos que eu precisava de outro cachorro para completar minha vida novamente.
Um dia liga a mãe da afilhada da minha mãe e fala para ela que uma cadela de rua que mora perto da sua casa tevê filhotinhos no seu quintal, se nos quiséssemos ela tava doando cachorros, fomos até lá escolher o filhotinho, tinha 4 ainda, 2 machos e 2 fêmeas, 2 amarelos e 2 pretos manchados, 2 com rabo e 2 sem rabo, escolhi uma fêmea, manchada, sem rabo, trouxe pra casa, ela tava toda pulguenta, tiramos as pulgas uma a uma, demos banho, ela tem perfume, talco anti-pulga cheiroso, sua cama dentro de casa, uma mamadeira com leite morno ( eu esquentava sempre para ela tomar e dava na boquinha dela) e um jornal para fazer necessidades. Nossa foi perfeito, ela é muito meiga, muito querida.
Descobrimos só depois que ela tinha defeitos, minha avó perita em animais olhou o rabo cotoco dela nos falou que ele era quebrado e não curto, o rabo dela até hoje é pequeno, mas é para um lado quebrado, tadinha. Ela tem problema de estomago, se come algo além de ração vomita, tem problema de pulmão, não respira direito, e tem medo de barulhos altos, porém ela é muito querida, meiga e carinhosa, portanto vale a pena conviver com ela.
....



Primeiros dias com seu ursinho Pooh, era muito frio ela usava cobertinhas e o Pooh para esquenta-la.


1° vez na barragem, ela era tão pequena que eu carregava ela so com uma mão.



Um pouco mais crescidinha...


Adolescente...aborrescente..



Semi- adulta, na barragem, descansando após correr 200X ao redor da casa e brincar 300X de buscar a bolinha.


Foto tirada com câmera de cel.: Dini deitada ao sol, raro momento de quietude para tirar uma foto rápida...

5 resposta(s):

O Antagonista disse...

Ter cachorro é bom demais... sempre gostei muito. Pena que de uns anos para cá, moro em AP e não dá para criar um... pelo menos, não do tamanho que gostaria.

Abração!

Candy disse...

Qnt ao posto passado, eu falei um pouco nesse meu post
é f.!!!!!! esse povo que soh comenta pra pessoa voltar.
Não tem nem consideração.
hunf

Fofinho seu cachorro!
hihihiih


;****

Gabriela Cristina M. Ehlers disse...

Cachorro é tudo de bom!! eu os amo demais! a kizy é comportadinha e quietinha, só que quando ela apronta ela apronta quieta também e faz cara de que não é com ela! hahahahahahaha.
=**

Anônimo disse...

Você deixou um comentário muito interessante em meu blog e, apesar da demora, vim retribuir.
Seu espaço é bem organizado. Textos interessantes. Visitarei-o mais vezes e assim manteremos contato.

Escrevendo pra esquecer disse...

Queria ter mais tempo para poder ter um carrocho meu. Um labrador é meu sonho. Quando eu tiver minha morada terei um labrador como fiel escudeiro. Bendita hora que Deus fez estas criaturinha doces, leais e inteligentes. Valeu pelo coment. Melhor ter um vô presente (presente no sentido de presente e não no sentido de presença) do que um pai ausente. Grande abraço.

 


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