Envelope:
Impessoal

Onde está a felicidade?
Somos batalhadoras e temos diversos papéis sociais a exercer: estudantes, donas de casa, irmãs, filhas, netas. . . e, enquanto alteramos nossos papéis, procuramos a felicidade. Mas, se a correria está árdua, o corpo cansado, o tempo escasso. . . e a felicidade, onde está? Ela realmente existe? Nós a desejamos, e acreditamos que ela seja indefinível e efêmera, que seja só uma questão de ficar mais rica, mais magra, mais velha, casar-se ou divorciar- se, ter um bebê ou uma babá, encontrar um emprego ou livrar-se dele. . .
O tipo de felicidade do qual estamos procurando diz que o que vem da sabedoria, não desaparece quando as coisas ficam difíceis, está a nosso alcance e é grátis. É um recurso natural, e é nosso por direito.
Há pessoas que já nascem sorrindo, mas a maioria tem que batalhar por isso. O que requer aprender algumas técnicas novas e desaprender alguns velhos hábitos mentais, mas as boas novas da ciência e da psicologia revelam que o humor é maleável e a felicidade é sua, por escolha. Sendo assim, a idéia de inferno para você pode ser a de paraíso para mim. Por isso que pessoas sem-teto em Calcutá são menos infelizes que os sem-teto da Califórnia: elas têm o senso comum mais forte.
No fim, a felicidade é a ótica por meio da qual escolhemos enxergar a vida. Quanto mais nos lembrarmos de que a vida é um presente que tudo muda, e não estamos no controle, mais forte é a nossa sensação de bem-estar. A felicidade pode resistir às adversidades da vida, só o que precisamos é de sabedoria.
Então digo: Se você deseja ser feliz por uma hora, tire um cochilo; para ser feliz por um dia, saia para pescar, quem sabe; para ser feliz por um mês, namore; para ser feliz por um ano, ganhe na loteria; mas se você quer ser feliz a vida inteira, faça alguém feliz!
Beijos
0 resposta(s):
Postar um comentário