terça-feira, 16 de outubro de 2007

Da inspiração ao vento


A inspiração nem sempre é algo que vem em gotas, as vezes vem de balde e as vezes vem de barde. Mas eu amo a inspiração e a criatividade que me movem as escrever meus textos, a fotografar paisagens, a enchergar em plantas que são pestes, a beleza das cores.
Mas não me basta ter apenas inspiração, e não ter reconhecimento, aplausos, e criticas.
Eu quero que leiam meus textos e analisem minhas fotos, que escutem minhas músicas, e façam versos da minha vida.
Eu quero e repito, fazer a diferença é o que me vale a pena. Não passar a vida em branca nuvem. Quero ser fogo que queima, trovão que assuta, chuva que molha, flor que embeleza, tempestade que espanta, perfume que atraí, mão que afaga, boca que beija, mente que pensa.
E esse desejo constante de melhoramento, me faz refletir e pensar naquilo que eu não quis, naquilo que deixei cair, ir embora. E nas coisas que não tive forças para lutar, para amar, e chorar.
E sempre que eu escrevo falo muito do que eu quero e não quero, tenho necessidades, tenho pavor. Mas a vida é assim, um querer e um desquerer. Vou seguindo meu barco, numa maré inconstante, vou mudando minha vida, como a pedra que se molda ao vento.




2 resposta(s):

Anônimo disse...

adorei seu blog
bjs
rafa

Valentina disse...

amiga, tenho uma surpresa pra vc, venha aqui ver!!!!Beijos

 


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